PREFEITURA de bc

Pai flagra avô molestando neta de 7 anos.

Após ser conduzido a delegacia não ficou muito tempo por lá. Já está em liberdade por ter passado 24h do ocorrido. O avô autor do molestamento já havia cometido o mesmo crime em Londrina com outra neta.
Relatório da polícia militar referente uma ocorrência que começou com tentativa e invasão a estabelecimento comercial e terminou com uma história de um pedófilo que foi preso.
Por volta das 19:30h, a Central Regional de Emergências/190, acionou os policiais militares da viatura 4602, para deslocarem em atendimento de ocorrência na rua Lauro Muller, em um estabelecimento comercial, Lanchonete, pois no local, haviam 10 masculinos tentando invadir a pastelaria da solicitante, para agredir uma pessoa que suspeitavam estar no local, porém a solicitante insistia que tal pessoa não estava no local, estavam procurando o autor de ter molestado uma criança. Os policiais militares, estavam deslocando para o local e no deslocamento começou a vir mais complementos em um total de 09. Chegando no local, os policiais militares, observaram que haviam muitas pessoas. Sendo assim, os policiais militares, posicionaram a viatura em frente ao estabelecimento comercial e ouviram algumas pessoas, que informaram que o suposto autor de ter molestado uma criança, estaria no interior da pastelaria e que era para entregar para eles. Desta forma, foi acionado apoio no local, 5221 e 4831 de Balneário Camboriú, também 4817, 5160 e 2789 de Camboriú. Logo após, foi divido alguns policiais militares, que fizeram uma linha de isolamento do local e outros deslocaram para o interior do estabelecimento onde foi capturado o autor dos fatos e dado voz de prisão, conduzindo-o ileso para a CPP. Na Delegacia de Polícia Civil o autor foi qualificado. Em seguida, chegaram os pais da menor de 07 anos, que foi molestada sexualmente pelo autor dos fatos, seu avô paterno. Foi colhido o relato do pai da menor e o mesmo informou aos policiais militares, que por volta das 18h do dia 26/12/2018, saiu de carro da sua casa com suas filhas, uma de 07 anos e outra de dois anos, juntamente com o avô das crianças e fora até o Supermercado Koch, da Rua Monte Agulhas Negras. Na vinda do Supermercado, o veículo teve problemas mecânicos e parou próximo a sua residência. Em seguida, deslocou a pé com seu pai e suas filhas até a sua residência, pois estava perto de casa, deixando as crianças com o avô em casa. Logo após, retornou até o veiculo para verificar o que havia acontecido, mas não conseguiu arrumar, fechando o veículo e trancando, deixando na via estacionado e deslocou a pé até a sua residência. Chegando em casa, verificou que seu seu pai, avô das crianças, estava molestando sexualmente a sua filha de 07 anos, beijando a criança no rosto e com uma das mãos passando no órgão sexual da criança, esfregando a mão no meio das pernas da criança. O comunicante foi para cima de seu pai e o empurrou. Logo em seguida, chegou a sua esposa, mãe das crianças e o comunicante falou para sua esposa o que havia acontecido. Sua esposa começou a passar mal e seu pai que estava morando na mesma casa à poucos dias, foi mandado embora da casa. Informou ainda, que o autor dos fatos, veio fugido de Londrina/PR, pois havia molestado outra criança filha de sua irmã em Londrina. Mais tarde, a criança foi interrogada pelos pais e a mesma informou que não tinha sido a primeira vez que seu avô havia beijado-a e passado a mão em sua partes íntimas, pela conversa foram três vezes os casos em que o avô teria molestado a criança, beijando-a no rosto e passando a mão em suas partes íntimas. Os pais já haviam confeccionado o boletim de ocorrência na Delegacia do Monte Alegre, por volta das 19h, de hoje. Por esse e outro motivo que a policial civil e a Autoridade Policial Dr. Delegado Eduardo Dalo, entenderam que não se tratava de prisão em Flagrante e iriam interrogar o autor para procedimento em Inquérito Policial, pois já se passavam 24h do crime e a prisão do autor, dispensando os pais e a criança. A CRE/190, acionou o Conselho Tutelar no local, mas a Conselheira Janaína informou que como já estavam todos na Delegacia os trabalhos de interrogatório com a criança ficariam a cargo da psicóloga da polícia civil e não precisava deslocar ao local.