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"Fake News" sobre câncer podem prejudicar tratamento de pacientes


Como não cair em Fake News
Quando você ouve a palavra Câncer, qual a primeira coisa que pensa? Você já parou para pensar o que sabe sobre a doença?

O INCA, Instituto Nacional do Câncer, realizou uma pesquisa de opinião pública para verificar a concepção dos brasileiros sobre hábitos saudáveis, prevenção e tratamento do câncer. Os dados mostram que a população está bem informada sobre fatores de risco para o câncer como o fumo, o consumo de bebidas alcoólicas e o excesso de exposição ao sol. Para outros fatores de risco, como alimentação inadequada, falta de atividades físicas e relações sexuais sem uso de preservativos, a associação com o câncer é menor. 
Ao responder à pergunta “Quando você pensa em câncer, qual é a palavra que vem a sua cabeça?”, a maioria dos entrevistados usou termos que remetem à morte e a emoções negativas como tristeza, dor, medo e maldição.
Com base nessas informações e analisando centenas de mensagens que circulam nas redes sociais, o INCA identificou um aumento relativo no número de informações incorretas sobre o câncer. Boatos, notícias falsas (fake news) e equivocadas veiculadas e divulgadas por diversos meios, inclusive pela Internet, trazem informações que podem prejudicar o tratamento da doença e a prevenção. Além de afetar inúmeros pacientes, os familiares e amigos, trazendo dificuldades para o enfrentamento da doença. E até mesmo custar vidas.

Alguns exemplos de notícias falsas que circularam nas redes sociais:
*Água gelada causa câncer
*Água de coco quente cura o câncer
*Cientistas israelenses descobrem cura do câncer
*Câncer é deficiência de vitamina B17
*Alimentos milagrosos curam câncer
*Usar celular no escuro causa câncer no olho
O fácil acesso as informações na internet e nas redes sociais levam muitas pessoas a acreditar no que está escrito, e na maioria das vezes não têm qualquer embasamento científico, o que pode prejudicar a busca por apoio especializado. Elas são compartilhadas e “viralizam”, chegando rapidamente a milhões de pessoas.
Você acredita em tudo o que lê na internet? Ou busca por assuntos apenas sem sites especializados e de credibilidade?
É preciso se auto avaliar, para que as mensagens falsas não ganhem mais força no imaginário popular, comprometendo o trabalho de comunicação e divulgação de informações com embasamento científico e escrito por especialistas da área.

Fonte Oncor BC