Joaquim Lacerda - 07/08/2018

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Sopa de letrinhas
14 candidatos a presidência da república, em Santa Catarina até agora, são 7 concorrendo ao cargo de governador. Sem falar nos inúmeros candidatos a deputado estadual, federal e senador no nosso estado. Uma confusão imensa para os eleitores menos esclarecidos que é a grande aposta de muitos candidatos na hora de buscar os votos.

Elite dominante I
Eu estive vendo alguns discursos, em especial aqueles que se dizem do lado do povo e contra as elites dominantes. Muito bacana o que falam em favor do povo. Mas, convenhamos todos nós sabemos que este blá, blá, blá e para enganar os muitos trouxas que temos no país. Com um raciocínio simples e lógico resolvemos este problema. Quem tem este discurso de favorecer os menos necessitados e critica as classes por eles intituladas dominantes, como vivem? 

Elite dominante II
Na periferia da cidade ou em mansões de luxo em bairros nobres de suas cidades? Viajam de avião particular em carros de luxo com motoristas ou de ônibus como a maioria dos que defendem? Dormem em hotéis 5 estrelas ou em albergues quando viajam? Seus alimentos, com toda certeza, não faz parte da cesta básica da maior parte dos brasileiros. Ou seja, hipócrita quem fala e hipócrita quem aceita este tipo de argumento.

Entrevistas
Como já havia falado anteriormente ou mudam a forma de entrevistar ds candidatos a presidente de república ou não vamos ver nada, a não ser a esperteza e a personalidade de cada um deles.

Saia justa I
Não queria estar na pele da jornalista da Globo News, Mirian Leitão, na entrevista com Jair Bolsonaro quando teve que repassar uma nota ditada pelo ponto eletrônico. Para quem não sabe o que é o ponto eletrônico, é um aparelho que os apresentadores colocam no ouvido e recebem instruções durante o programa, se for necessário, da produção. 

Saia justa II
Para quem já usou, é o meu caso, sabe como é difícil manter a concentração com alguém falando em seu ouvido. Mas, consegue! Nunca passei por esta experiência de ter um texto inteiro lido pelo ponto eletrônico, mas confesso que teria imensa dificuldade de manter a sincronia entre a informação recebida e repassar.

Reverbera
Miriam Leitão, mesmo com todo o seu talento e experiência teve muita dificuldade. Principalmente por ser uma resposta ao comentário de Jair Bolsonaro sobre Roberto Marinho que mexeu com os brios da direção esquerdista da Vênus Platinada.

O entrevero
Aqui reproduzo parte de texto que está em vários sites de notícias, para entendimento dos leitores. Neste caso usei parte do texto que está no blog: https://josiasdesouza.blogosfera.uol.com.br, segue: Bolsonaro citou Roberto Marinho em resposta a uma indagação feita por Roberto D’Ávila. O entrevistador lembrou que o candidato havia declarado que não houve uma ditadura no Brasil. E perguntou: “Como podemos imaginar que o senhor, presidente da República, não vai fazer atos ditatoriais?”“Quem sempre quis o controle social da mídia foi o PT, não fui eu”, respondeu Bolsonaro.“Uma das marcas da ditadura é ter uma imprensa única. A TV Globo nasceu em 1965. A revista Veja nasceu em 1968.” Bolsonaro prosseguiu: “Quero elogiar, saudar a memória do senhor Roberto Marinho. Editorial de capa do jornal O Globo, de 7 de outubro de 1984. Abre aspas para o senhor Roberto Marinho: ‘Participamos da revolução de 1964, identificada com os anseios nacionais de preservação das instituições democráticas, ameaçadas pela radicalização ideológica, distúrbios sociais, greves e corrupção generalizada.’ Fecha aspas.” Bolsonaro devolveu a pergunta: “O senhor Roberto Marinho foi um democrata ou um ditador?”

Pior que o soneto
Tentar responder Bolsonaro após ela ter finalizado a entrevista e, mesmo sem avisar o entrevistado e o programa continuou no ar, foi a maior bobagem que um diretor poderia ter feito, claro minha opinião, pois comprometeu a credibilidade da emissora, a imagem da jornalista e principalmente angariou muitos votos dos indecisos para o Bolsonaro.

Tiro pela culatra
Se a intenção da Rede Globo a exemplo do que fez o Roda Viva da TV Cultura era desestabilizar Jair Bolsonaro e mostrar que ele está ligado ao que muitos insistem em chamar de ditadura militar, perderam o tiro e ainda se alvejaram.

Chega
Deste discurso de ditadura militar, isso ou aquilo. O que passou já foi. É hora de olhar para a frente, para o futuro de nossa nação e eleger pessoas comprometidas com o país e não com a corrupção. Que possamos escolher o melhor ou que o escolhido possa fazer o melhor por todos nós. Não importa se este ou aquele de lá ou de cá. Que faça um bom governo é o que precisamos. Temos 14 opções para escolher. Será que vamos errar mais uma vez?